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  • O fim sempre vem (Ive, VIII)

    Eu sabia o que era coma. Eu sabia o que era morte. Eu lia. Eu era uma criança, o que não significa que eu vivesse em um mundo à parte do da minha mãe. Meu pai respondeu todas às minhas perguntas e me contou tudo o que sabia, tudo o que entendia. E no dia seguinte ao enterro, me levou ao hospital para conversar com o médico que cuidou da Izabel.

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  • Novos rumos (Ive, VI)

    O que eu não fazia aos olhos dela. Enfrentava meus medos, sempre que havia um problema eu girava um globo e traçava uma nova rota, foi assim desde quando minha irmã se foi e nunca mudou e nem a terapia mudou isso. Mas a terapia mudou algo fundamental que ela nunca soube: eu não fugia do medo, eu fugia de pessoas. Ou tentava de alguma forma encontrá-la.

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  • Let’s party?! (Ive, IV)

    Gosto de me manter extremamente ativa durante a semana e curtir a inatividade do fim de semana. E vivo nesse estilo diferente de todas as outras pessoas. Costumo sair nos finais de semana para eventos mais importantes e quando recebo visitas de amigos da minha fase de intercâmbios e viagens pelo mundo. No mais gosto de curtir minha casa, a casa dos meus pais e a família. A vida de uma forma geral, não sei.