Sobre a minha escrita

Flagrei-me pensando no que exatamente eu faço hoje e orgulhosamente respondi: escrevo. Sim, produzo pequenos textos ou chamadas, descrições e comentários, respostas e legendas para interações em redes sociais, mas ainda assim, eu escrevo diariamente e praticamente o dia inteiro. Escrevo desde que aprendi, estive antes, encantada pelos desenhos e depois pela leitura, tudo culminou em uma paixão sem igual pela escrita, pelo poder de transformar minhas ideias em palavras, por me fazer entender no que melhor sou: escrita. Minha mente escreve em mim e transcrevo isso para tornar legível a criatividade que interrompe minha intensidade e me impede de ser calmaria. Não sou boa com as palavras impalpáveis, sou boa com as escritas, legíveis, tocáveis e tocantes.

Percebe que sempre nomeio meus textos como “sobre isso” ou “sobre aquilo”? É uma maneira pessoal de expor minha opinião com certa distância de um tema ainda que, os exemplos sejam minhas experiências e os motivos a minha própria vivência. Mas eu preciso falar, eu preciso escrever. Um script sempre me ajuda, funciono melhor escrevendo e quanto mais faço isso, mais simples. Estou sempre entre papel e caneta, lápis de cor, teclado. Meu normal é a concentração, meu ponto forte é comentar, justificar, sou dessas que gostam de questão aberta.

Porém não há fórmula, não há dica, não consigo ensinar. Como respirar, está enraizado em mim e flui, acontece, vem de repente e sempre. É contínuo e libertador. É como apaixonar-se perdidamente mais e mais, incansavelmente.

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