Histórias,

Tudo. Talvez agora não seja nada, é tão estranho pensar no que já vivi, não falo das experiências ruins ou divertidas com amigos, família, carreira ou sozinha; mas dos relacionamentos que tive. As promessas, as juras, os desejos e planos, tão, platônicos. Não minto, vivi muito mais do que eles. Sempre fui o tipo de garota que imaginava uma vida, com aquele garoto que pegava o mesmo ônibus. Espero que não me veja como a mais carente, hoje eu não penso assim, vejo muito mais que desde sempre gostei de histórias, gostei de imaginar, viajar e criar. As vezes me pego pensando, timidamente, no que teria sido se eu não tivesse encontrado o amor. Será que eu continuaria por ai, divagando perdida em histórias não vividas, mas imaginadas de uma maneira tão bacana que faria qualquer um capaz de se sentir bem e acreditar. Será que eu teria sofrido horrores com caras que prefiro nem imaginar? São tantas hipóteses, e eu gosto de imaginar. Mas nenhuma delas me agrada. Nada me agrada mais do que a vida que eu tenho e imagino todos os dias. Agora, meu tudo é outro, eu já sou outra. Claro, na mesma, existe tanta gente aqui dentro, e nem vou repetir quantas histórias. Mais estranho que parar pra pensar nisso, é parar e perceber no que está pensando. Hoje, com ele, viver é o que mais me agrada.

2 comentários

  1. Obg 🙂
    eu também gostei deveras do seu blog, linda!

    beijo, beijo!

  2. O melhor texto é aquele que nos lê. E me vi nessa história. Tenho a peculiar mania de imaginar uma vida inteira ao lado de alguém que vi apenas por alguns instantes. Que faço então? Escrevo. Que bom que você se redescobriu em outros braços, estes reais e não ilusórios. Gostei, deveras!

    Tamires.

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