Num quarto de hotel

Ela bateu a porta do quarto do hotel. Ele atendeu sem camisa e se intimidou com a situação, foi para a cadeira pegar uma camisa que estava jogada ali e ela veio atras, fazendo o movimento contrario ao tecido.
– Não precisa sentir vergonha de mim. – ela riu gentilmente.
Ele olho nos olhos sempre certos e decididos dela, a beijou.
Eles foram caminhando, entre abraços para atrás, até a cama. Ela o enlouqueceu.
Com o corpo junto ao dele, descia os lábios pelo queixo dele, a barba dele no pescoço dela.
– É melhor pararmos. – ele disse, se afastando, quase incontrolável.
– Sim. – e ela riu sutil, novamente.
Ele se endireitou na cama, passou os braços por trás da cabeça e ficou olhando o teto, pensando. Ela foi se aproximando, pousando a cabeça sobre seu ombro, a mão na cintura dele, desenhando seus contornos. Ele voltou os olhos a ela, e quando ia a proteger, ela o calou, em um beijo. Descontrolando-o.

“Não tenha medo da quantidade absurda de carinho que eu quero te fazer. E de eu ser assim e falar tudo na lata”  Tati Bernardi

1 comentário

  1. aaaaaaah , ameei *–*

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