Vodka (Ive, XI)

Repeti para ele o que aconteceu e que não tinha a menor intenção de confundir os sentimentos da mãe dele. Sorri para ele e deixei sobre a mesa algumas notas para pagar pela vodka que nem havia chegado, tinha uma garrafa em casa.

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Uma viagem (Ive, IX)

Não gosto de despedidas então voltei pro carro e fui para casa. A casa dos meus pais: eu nunca me acostumei a chamá-la assim, como ainda tinha dificuldade de chamar meu apartamento de casa. Não no sentido de qual construção falamos mas de lar, sempre vi a palavra casa como lar. E meu lar estava vazio.

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O fim sempre vem (Ive, VIII)

Eu sabia o que era coma. Eu sabia o que era morte. Eu lia. Eu era uma criança, o que não significa que eu vivesse em um mundo à parte do da minha mãe. Meu pai respondeu todas às minhas perguntas e me contou tudo o que sabia, tudo o que entendia. E no dia seguinte ao enterro, me levou ao hospital para conversar com o médico que cuidou da Izabel.

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