Queremos ser produtivos demais?

Hoje em dia, buscamos máquinas mais potentes e queremos pessoas mais potentes para poder acompanhá-las. Se a tecnologia vai ao máximo, as pessoas também devem ir? E até onde isso é bom pra gente? Até onde isso é o que nós escolhemos? Afinal, nós também somos a tão falada ‘sociedade’.

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Eu e a ansiedade, aqui e agora

Esse é meu melhor relato. Admito que é minha única tentativa, porque estou juntando o que sobrou da última batalha, e tentando me preparar para a próxima. Infelizmente sei que virá, mas não sei como será e o medo torna-se permanente.

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#NaMinhaOpinião: Intolerância

Posso ser a diferentona nos dias de hoje por gostar de internet e nunca ter xingado ninguém não gostar de polêmicas, mas é isso, eu não gosto. Porém, em alguns momentos é difícil não posicionar-se e como tenho aprendido e crescido muito para entender de verdade que cada um pode ter a própria opinião sem precisar haver ódio ai, vamos lá?!

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Com eles eu aprendi,

Aprendi muito, aprendi que uma pessoa é diferente de outra pessoa, que guardar tudo pra você não é legal e além de te magoar, magoa quem se preocupa com você, que você não deve julgar alguém, eles me mostraram que podem me surpreender, que eu sou capaz de muita coisa, que consideração é uma coisa que te emociona, que sinceridade é algo que leva a felicidade, que confiança e companheirismo são virtudes, que a gente se engana, que amizade é algo que a gente conquista, que saudade dói demais, que idiotice compartilhada se torna diversão, que comida demais me deixa retardada, que elogios me envergonham, que eu tenho a mão pesada, que eu sou boa em humanas, que eu jogo igual zagueiro da roça, que pessoas podem ser boas, legais mesmo cheias de defeitos, que não se deve ser bruta com as coisas alheias, elas quebram e você paga.

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